Há quem invente passados. Grandiosos, eloquentes, heróicos e exímios na arte da suprema felicidade. Todavia, há quem viva preso a um passado desesperante, incapaz de criar cenários enfeitados de cores garridas.
Eu limito-me a inventar o futuro. Com papel, lápis, borracha, régua e esquadro, vou riscando e apagando, riscando novamente. Quando estiver cansado, farto, saturado de riscar e apagar, algo ficará estampado na folha. Um futuro inventado, pois claro. Veremos se coincide com a realidade.
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